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BARREIRO Situa-se na margem esquerda do estuário do Tejo, a 10m de altitude, tendo a sul um longo esteiro do rio que penetra no vale do Coina até ao vale do Zebro. A cidade teve origem numa “pobra” ou aldeia ribeirinha, repovoada após a Reconquista sob a égide dos Cavaleiros de Sant’Iago de Espada, os seus povoadores consagraram-se às actividades da pesca e da extracção do sal. No esteiro do Tejo que no Barreiro entra pelo rio Coina encontra-se Vale do Zebro onde outrora se erguiam os famosos fornos nos quais se fabricavam os biscoitos que abasteciam as naus que saíam do Reino. Nas duas margens do esteiro funcionavam moinhos de maré que fabricavam a farinha para os biscoitos; os celeiros, fornos e moinhos subsistiram até ao século XIX. A igreja matriz ergue-se no centro da cidade, na Praça de Santa Cruz, próxima dos Paços do Concelho, datando o actual edifício do séc. XIX; é de uma só nave e revestida de azulejos, com o arco do cruzeiro de mármore branco e os umbrais das portas e degraus de mármore vermelho da Arrábida; sobre a porta principal encontra-se a insígnia  da Ordem de Sant’Iago de Espada.  A Igreja da Misericórdia, que remonta ao último quartel do séc. XV, possui um pórtico do séc. XVII, silhar de azulejos e púlpito de mármore da Arrábida com bastantes ornatos; o pórtico principal apresenta um relevo em concha com uma cabeça de anjo entre as asas. A Igreja de S. Francisco resultou da modificação feita na Capela de S. Sebastião já existente em 1752. No local onde se encontra a Capela-Mor da Igreja de N.Srª do Rosário esteve outrora a Capela de S. Roque; esta igreja possui um carrilhão de oito sinos; o seu magnífico relógio proveio do Convento de Palhais.

PLANO DE ÁGUA A entrada  pode ser feita pela praia de Alburrica mas o KCT costuma partir do Seixal. Chegados à zona da Alburrica os canoistas devem ter em conta o tráfego marítimo , muito em particular as embarcações que fazem a ligação Barreiro/Lisboa. Devido aos fundos baixos a ondulação provocada pela passagem das embarcações pode ser de 1,5m de altura e, caso o canoista seja apanhado desprevenido, pode causar problemas. Na baía da Alburrica podemos observar as Ruínas do Moinho de Maré do Cabo edificado no séc XV possuía inicialmente 4 casais de mós e posteriormente foram-lhe acrescentadas outras tantas, passada a zona da Estação Fluvial entramos no esteiro do rio Coina pela margem da Verderena (praia de Copacabana); estamos agora junto às ruínas da ponte em madeira da “Seca do Bacalhau”, mais à frente encontramos as ruínas do Moinho de Maré do Duque, construído provavelmente no século XVII, este moinho possuía 6 pares de mós, casa do Moleiro e barco para o transporte de cereais e farinhas, logo mais o Moinho de Maré Pequeno com três pares de mós, foi construído em meados do século XVIII, encontrando-se em ruínas, nas margens podem-se observar várias espécies de aves e em particular flora resistente à salinidade; na outra margem passamos pelas unidades industriais desactivadas, Siderurgia Nacional e Fábrica Velha em cuja baía e sapal se podem observar Flamingos e outras aves aquáticas, surgem agora as Instalações do Instituto Hidrográfico da Marinha e palacetes de antigas quintas; navegamos perto do grande pontão e da antiga ponte que ligava o Seixal ao Barreiro, se navegar em frente irá até à Alburrica, se navegar a bombordo irá para o Seixal.


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