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ILHA DO RATO
A Ilha do Rato, também conhecida por Ilha do Pico; França Neto; Ilha do Carrapeto; Mouchão das Ostras, é um paraíso no Tejo.
Tem cerca de 45600 metros quadrados de superfície, vista para o Barreiro, Montijo e Moita e foi em tempos umagitado centro comercial. Barcos à vela e a vapor aqui vinham buscar o saboroso marisco que levava o nome de Portugal até às mesas chiques de Paris, a famosa ostra portuguesa conhecida por-
Tem uma formação arenosa dunar, vegetação rasteira e uma construção em ruínas que, em tempos, albergou famílias.
Em 1858 foi doada por Dom Luís a um cabo, o Doutor José Vicente Barbosa du Bocage obteve a primeira concessão por trinta anos, a concessão de exploração da Ilha do Rato começou em 10 de Agosto de 1857, em 15 de Fevereiro de 1873 foi transferida pelo contratante, para o francês Henri Place, a 12 de Setembro de 1883, foi reconhecido a Eduardo Honourous, legitimo sucessor de Henri Place.
Mais tarde veio parar às mãos de Sousa Leal. A ilha foi ainda explorada pelo brasileiro França Neto e moradia de misantropos ingleses que hasteavam a bandeira britânica aos domingos, no seu chalé de madeira -
Foi refúgio de gente perdida nas encruzilhadas da vida; recanto de pândegos em deambulações e frescatas; porto de desembarque de candongueiros; contrabando; troca de alimentos entre a fragatagem, mercadoria vendida em praça e passada de mão em mão, com rendeiros e subrendeiros. Entre as datas-
Em 2009 foi leiloada por 260 mil euros em Odivelas a um anónimo que solicitou absoluto segredo.
A ilha hoje luta e teima em resistir à erosão provocada pelos catamarans. Será que vai vencer, o futuro nos dirá, mas o cenário não é muito animador. Desde o abate dos histórico Barcos da Transtejo que a erosão provocada pelas ondas do Catamaran é constrangedora. A ilha está a desaparecer. A casa do capataz em 5 anos desapareceu.
Também está confirmado que o terreno vendido engloba apenas a zona outrora muralhada, casa e viveiros. Ou seja, a zona sul, conhecida atualmente (na Moita) por praia do T´´Chico, foi sempre de utilidade pública, de todos!