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SEIXAL
Encontra-se a 10m de altitude, na margem direita de um esteiro do Tejo em forma de saco e por isso mesmo conhecido por “saco do Seixal”. O topónimo deriva da existência de muitos seixos na sua praia e que eram para olastro dos barcos. Típicos os seus moinhos de maré; o de Corroios, único actualmente a funcionar, em 1980 tornou-se propriedade da Câmara. A vila passou a contar, desde 1082, com um Museu Municipal. Segundo a tradição local, Vasco da Gama e seu irmão Paulo da Gama, foram donos da Quinta da Fidalga, o que é verosímil ao saber-se que seu pai, Estevão da Gama, foi comendador do Seixal. Na manhã de 1 de Novembro de 1755, dia de Todos-os-Santos o terramoto destruiu quase todos os edifícios do concelho, a subida das águas do Tejo provocou também muitos estragos e vitimas. A população sobrevivente da tragédia refugiou-se no local conhecido por Barrocas do Conde de Vila Nova. O processo de reconstrução do Seixal foi lento.Foi uma grande zona Industrial na área da Siderurgia,Metalurgia, Química, Resinas, Explosivos, Tintas e Confecções.

CANOAGEM
Regra geral, o nosso local de partida é a praia (frente à PSP) que permite estacionar a escassos metros da água.
Tomamos rumo em frente, rumo à Ponta dos Corvos, surgindo a estibordo o famoso Moinho do Capitão; estamos agora na entrada do “saco” e temos de ter cuidado com o tráfego marítimo que faz a ligação Lisboa/Seixal; se seguimos avante iremos até à Praia da Alburrica no Barreiro, se rumarmos a bombordo pela Ponta do Mato iremos até ao Alfeite/Almada; optamos por continuar na baía  navegando pela margem Norte e começamos a ver antigos Moinhos de Maré em ruínas, estaleiros navais e carcaças de navios abandonados; estamos agora junto  à ponta  frente ao Talaminho e deparamos com  antigas instalações Industriais (Seca do Bacalhau?) com aspecto imponente; atravessamos rumo ao Sapal de Corroios onde se pode encontrar uma vasta colónia de Flamingos e muitas outras aves aquáticas mas atenção que a navegação só é possível na preia-mar…;estamos agora a navegar junto ao Talaminho rumo à Amora e podemos apreciar vários estaleiros navais e muitas carcaças de navios abandonadas; entramos na zona da Amora e fazemos uma paragem na Associação Naval Amorense para beber uma “bejeca”; atravessamos para a Arrentela rumo a norte e passamos pelo EcoMuseu do Seixal - Núcleo Naval da Arrentela e estamos a chegar ao fim da nossa actividade que comportou cerca de 12km.
COMES&BEBES - No Seixal recomendamos o peixe grelhado e os petiscos do mar. Quase todos os restaurantes são bons mas o pessoal tem um fraco pelos petiscos e “Verde à pressão” da Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense.

CONHEÇA - Baia do Seixal - Mapa do Percurso